Nesta terceira edição do Festival Fluxo Fixo de Cinema, com o país pegando fogo, nosso desejo é ocupar a cidade, montar/revisar a estratégia e seguir/fluxo neste tão importante momento da história.
Em um território de “des-calendarização” e “precarização” do trabalho da cultura, seguimos articulados com coletivos, grupos, escolas, universidades e comunidades nesta edição com ares de capítulo novo, ou seria capítulo continuado?
Filmes contemporâneos e obras de outros tempos, do Ceará, Piauí, Amazonas, São Paulo e da Bahia.
Cinemas feitos por muitas mulheres, cinemas negros, cinema indígena, experiências coletivas e produções independentes.